segunda-feira, 18 de julho de 2011




Brigaram, mais uma vez brigaram, ela dá as costas o manda embora e entra com raiva, de repente a campanhia:
Ela abre a porta e cai nos braços que a envolvem com força, mas quando percebe reluta, entra em conflito consigo mesma. Ele por sua vez é firme, é seguro e enquanto ela luta contra o desejo natural de pós briga, ele envolve sua nuca com sua mão grande, enlaça novamente sua cintura e a puxa para si. Porém não a beija, a aproxima, sente sua respiração, lhe mostra que ele está no controle e que por mais que ela tente resistir o tesão é irresistível!
Então encosta o lábio no dela, a suspende e em um movimento síncrono, quase automático, as pernas dela envolvem sua cintura, ela está segura, ela está entregue. A leva contra a parede e enquanto um braço a mantém firme junto ao seu corpo, a outra mão entra em sua blusa, lhe aperta o seio, lhe faz suspirar, a boca já não beija só a boca, morde seu queixo, beija seu pescoço e fala em seu ouvido o quão gostosa é aquela mulher.
Com uma habilidade única tira a blusa dela e sua camisa quase ao mesmo tempo e o que se tem agora são dois corpos se tocando, sentindo na pele o que a mente já não controlava.
Ele tira a roupa dela e experimenta de cada pedaço de seu corpo, beija sua boca, seu pescoço, sua mão percorre sua barriga, enquanto a língua contorna seus mamilos e desce até seu umbigo, lhe beija embaixo da barriga vagarosamente... olha em seus olhos – Você é minha! – e lhe beija a ...

                   ( Diogo Moreira )  @didlloko


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