Hoje tive a chance de conhecer de perto anjos de Deus. Cada um tem cinco, seis ou até mais companheiros vivendo consigo em um quarto claro, mas também à aqueles que vivem sozinho a espera de uma visita por volta das 15:00 hrs.
Alguns só passam uma semana,um mês,um ano, outros chegam a passar uma vida inteira, ali, a espera de um milagre de oxigênio puro sem que precise ter o auxílio de máquinas para avaliar o quanto ainda lhes restão de vida, vida esta que aparentemente lhes é de direito.
Hoje, pelos corredores daquele hospital, percebi o quanto eu já deveria estar satisfeita com a vida que levo, percebi também o quão importante é a vida e eu comecei a dar mas valor ao que me parecia ser de direito.
Nunca tinha acompanhado de perto a vida desses anjinhos, dessas criaturas inocentes onde a maioria não faz nem idéia de o porque de estarem ali, vivendo uma rotina tão sofrida e tão limitada. De alguns foram tirado até a fala, o toque, a visão, mas nunca em hipotse alguma conseguiram lhes tirar o sorriso.
Em um dos quartos que visitei, um pai, já de cabelos brancos, escorado naquela cama de hospital dirigia um olhar fixo sobre uma menininha, era sua filha, uma criança linda.Não lembro do seu nome e nem da sua idade mas tenho certeza que nunca me permitirei esquecer dela, lembro perfeitamente do seu corpinho deitado na cama e ao seu redor vários presentes que ela havia recebido, inclusive o meu, todos ainda plastificados , logo percebi que ela nunca tinha-os visto, foi quando vi a gravidade do seu problema. Essa, criança nasceu com água na cabeça, consequência na maioria das vezes de um gravidez indesejada ou por erros médicos mesmo, coisa lamentável.
Seu pai, cabisbaixo disse: " Eu já estou conformado, já entreguei nas mãos de Deus .. Só estou esperando ele levar ela pro céu".
Hoje, pelos corredores daquele hospital, percebi o quanto eu já deveria estar satisfeita com a vida que levo, percebi também o quão importante é a vida e eu comecei a dar mas valor ao que me parecia ser de direito.
Nunca tinha acompanhado de perto a vida desses anjinhos, dessas criaturas inocentes onde a maioria não faz nem idéia de o porque de estarem ali, vivendo uma rotina tão sofrida e tão limitada. De alguns foram tirado até a fala, o toque, a visão, mas nunca em hipotse alguma conseguiram lhes tirar o sorriso.
Em um dos quartos que visitei, um pai, já de cabelos brancos, escorado naquela cama de hospital dirigia um olhar fixo sobre uma menininha, era sua filha, uma criança linda.Não lembro do seu nome e nem da sua idade mas tenho certeza que nunca me permitirei esquecer dela, lembro perfeitamente do seu corpinho deitado na cama e ao seu redor vários presentes que ela havia recebido, inclusive o meu, todos ainda plastificados , logo percebi que ela nunca tinha-os visto, foi quando vi a gravidade do seu problema. Essa, criança nasceu com água na cabeça, consequência na maioria das vezes de um gravidez indesejada ou por erros médicos mesmo, coisa lamentável.
Seu pai, cabisbaixo disse: " Eu já estou conformado, já entreguei nas mãos de Deus .. Só estou esperando ele levar ela pro céu".
E isso me doeu tanto, foi um aperto tão grande no meu peito, fiquei angustiada. Logo fui pra casa calada, pensando em tudo o que eu tinha presenciado, em todos aqueles anjinhos que passaram por mim e que eu senti a necessidade de ajuda-los, só não sabia como. Por um momento me senti incapaz de fazer algo por eles, mas depois o Senhor me mostrou que nada é impossível e que nunca é tarde para ajudar a quem precisa e semear a paz e o amor seja nos hospitais seja em qualquer lugar. Hoje começo minha luta pela sobrevivência dessas crianças, hoje graças a meu Deus decidi fazer parte do Trabalho Voluntário em prol da melhoria de vida dessa crianças que tanto clamam por ajuda. E agora só tenho a agradecer a Deus por ter me proporcionado tamanha experiência que com certeza irei levar por toda minha vida.
( Jacilene Macêdo Oliveira )
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